Desde o aparecimento dos primeiros mitos, o universal tem sido narrado pelos homens, essa visão masculina que definiu o mundo, que nos disse como deveríamos ser puras, dóceis, amorosas — e que alertou sobre o perigo das mulheres más, quer fossem górgonas vingativas, madrastas cruéis, Pandoras problemáticas ou Evas imprudentes a carregar a culpa do nosso destino.
Numa versão muito pessoal, María Hesse apresenta-nos outra visão sobre estas princesas passivas, bruxas perversas, mães maldosas, femmes fatales, loucas apaixonadas e personagens secundárias perfeitas.
Indicado para: combater comportamentos machistas, misóginos, patriarcais, paternalistas e condescendentes; combater qualquer forma de violência, preconceito, estereótipo, achincalhamento, descrédito, discriminação, controlo, silenciamento, idadismo e estigmatização direcionado/a às mulheres;
Efeitos secundários: exame de consciência seguido de mudança de atitudes e comportamentos para com as mulheres; defesa da emancipação, do empoderamento e da igualdade das mulheres; nas mulheres: acréscimo de autoconfiança e autoestima, sentimentos de libertação, alívio, leveza e otimismo;
Posologia: sugere-se a leitura de duas páginas ao despertar e o reforço da dose, sem restrições, após o jantar.