Portugal, 1808. Uma revolução social acompanha os levantamentos patrióticos. O povo insurge-se contra a velha ordem dos fidalgos e eclesiásticos e, ao mesmo tempo, contra o jugo do invasor francês. Em Melgaço e Beja, populares lincham os magistrados. Em Foz Côa, casas de famílias abastadas são saqueadas. Por outro lado, quem ousa rebelar-se contra os franceses é punido. Os habitantes de Vila Viçosa, Rio Maior, Alpedrinha e Régua são brutalmente castigados pelos soldados de Napoleão, mas nada se compara aos massacres em Leiria e Beja.
Indicado para: colmatar lacunas sobre a História de Portugal; aliviar a crença cega em mitos e lendas; combater a proliferação da violência; entender como se perpetuam traumas e injustiças;
Efeitos secundários: reavaliação do carácter do povo português; mudança na interpretação da actualidade nacional; acréscimo de lucidez;
Posologia: leitura de um capítulo por dia, de preferência ao serão.