No pós-Segunda Guerra Mundial, Konrad Adenauer recuperou a Alemanha derrotada e moralmente falida para a comunidade internacional através da, nas palavras de Kissinger, estratégia da humildade. Charles de Gaulle integrou a França nas potências aliadas vitoriosas e renovou a sua grandeza histórica com a estratégia da vontade. Durante a Guerra Fria, Richard Nixon conseguiu dar vantagem geoestratégica aos Estados Unidos concebendo a estratégia do equilíbrio. Após vinte e cinco anos de conflito, Anwar Sadat criou um cenário de paz para o Médio Oriente com a estratégia de transcendência. Contra todas expetativas, Lee Kuan Yew criou uma poderosa cidade-estado, Singapura, seguindo a estratégia da excelência. Apesar do Reino Unido ser o homem doente da Europa, quando chegou ao poder, Margaret Thatcher renovou a posição moral e internacional do país seguindo a estratégia da convicção.
Indicado para: aliviar quadros de mediocridade, acanhamento, medo, défice de autoconfiança, falta de visão estratégica, força de vontade e esperança; aprender sobre cinismo e hipocrisia;
Efeitos secundários: enorme aumento de cultura histórica e geopolítica; abertura à transformação, à adaptação e ao diálogo; apreço pela meritocracia; valorização da educação humanística; reflexões sobre herança e legado;
Posologia: ler ao serão, ao ritmo de um perfil por semana.