No fim de um dia de trabalho, a detetive Erika Foster está a dar um curto passeio perto da sua nova residência. De repente, um grito horripilante ecoa nos seus ouvidos: uma mulher acaba de encontrar o cadáver da irmã. Erika aproxima-se do local e depara com uma jovem brutalmente assassinada: a garganta cortada e a língua dobrada. A mensagem é clara: quem fala, morre.
Erika é destacada para o caso e descobre que se trata de Vicky Clarke, autora de um podcast dedicado à investigação de crimes reais, que estava a trabalhar num novo episódio sobre um predador sexual do sul de Londres que entrava em casa de jovens estudantes pela calada da noite.
Durante a investigação, Erika percebe que os documentos, notas e gravações relacionados com esse podcast desapareceram, o que pode indicar que Vicky, provavelmente, descobriu provas incriminatórias a respeito do assassino e que isso lhe pode ter custado a vida.
Quase sem pistas e com muitas perguntas, Erika lança-se numa luta contra o tempo para encontrar o assassino e evitar que ele ataque novamente. Porém, o caso vai complicar-se ainda mais quando descobre que o corpo encontrado afinal não é o de Vicky, mas sim o de uma jovem búlgara, estudante de medicina, que morava no mesmo edifício.
Indicado para: potenciar experiências de fluxo durante a leitura; combater o tédio, a falta de curiosidade, imaginação e empolgamento; estimular o pensamento crítico e dedutivo
Efeitos secundários: aquisição de estratégias para resistir à adversidade, manter um espírito aguerrido e determinado e abraçar a vulnerabilidade; dificuldade em largar o livro; sentimentos de expectativa, entusiasmo e surpresa; diversão; vontade de ler os outros livros da série Erika Foster
Posologia: ler à sua vontade, sem restrições.