A 4 de março de 1528 um peregrino, em Jerusalém, sonha com o dia em que chegou ao Faial, exatamente cinquenta anos antes, e se apaixonou por D. Brites de Macedo, a mulher do capitão da ilha. Enquanto o dia a dia das ilhas decorre com sobressaltos, como a falta do sal ou as tropelias de uma baleia, em Jerusalém o peregrino confessa-se a um padre anão, que resolve acompanhá-lo aos Açores quando sabe que reside aí um padre que prega a devoção a Deus pela alegria em vez da penitência e do temor.
Indicado para: aprofundar conhecimentos sobre a história de Portugal e dos Açores em particular; entender melhor a sociedade e a atualidade portuguesa; estimular/revigorar os sentidos;
Efeitos secundários: aumento de cultura geral; sensação de viagem no tempo; vontade de (re)visitar os Açores e de viajar no geral;
Posologia: leitura de um a dois capítulos ao deitar.