No próximo dia 16 de dezembro, pelas 18h00, na Livraria Bertrand Chiado, iremos ter uma sessão de autógrafos com os autores Filipe Melo & Juan Cavia, a propósito dos seus livros Balada para Sophie, Comer & Beber, Vampiros.
Balada para Sophie
Cressy-la-Valoise, 1933
Dois jovens pianistas, nascidos numa pequena vila francesa, cruzam-se num concurso local. Julien Dubois, o herdeiro privilegiado de uma família rica, e François Samson, o invisível filho do responsável pela limpeza do teatro. Nessa noite, um deles venceu.
Cressy-la-Valoise, 1997
Uma enorme mansão é abalada pela inesperada visita de uma jornalista. Numa nuvem de cigarros e memórias, algures entre a realidade e a fantasia, Julien vai compondo, como numa partitura, uma história sobre o preço do sucesso, rivalidade, redenção e pianos voadores. Afinal, algum deles alguma vez terá vencido? E haverá ainda alguma música por tocar?
Comer & Beber
Comer / Beber: Uma refeição de BD servida pelos multipremiados criadores da saga Dog Mendonça e Pizzaboy, e da novela gráfica Os Vampiros.
Numa história, há uma tarte de maçã que se revela. Na outra, há uma garrafa de champanhe que se esconde. Um destes relatos é completamente ficcional; o outro é baseado em factos verídicos. De um lado o «comer», do outro lado o «beber».
Estes dois contos — que nasceram de um convite da revista Granta, mas que agora formam um todo independente em dois capítulos — marcam o reencontro de Filipe Melo e Juan Cavia para a criação de mais um livro original de BD, integrado no universo de culto já construído por ambos. O mote é a relação peculiar entre paladar e memória.
Vampiros
Neste livro, Filipe Melo e Juan Cavia - a dupla multipremiada por Balada para Sophie ou Comer / Beber - entrega-se a um tema controverso: a guerra colonial portuguesa.
Em 1972, na Guiné-Bissau, um grupo de comandos portugueses avança no mato com a missão de localizar uma base secreta no Senegal. Pelo caminho, à medida que vão perdendo os alicerces da sua própria humanidade, estes soldados enfrentam uma ameaça muito pior do que poderiam imaginar.