Quando eu era pequeno, as mãos do meu pai deram-me colo e brincaram comigo. Alimentaram e vestiram-me. Mostraram-me o mundo e ensinaram-me que cuidar é uma forma de amar. Hoje sou adulto. Sou eu quem ampara e acarinha o meu pai, quem se recorda de nós. As minhas mãos continuam a procurar as suas. As mãos do meu pai são mãos grandes.
Indicado para: amolecer corações frios ou empedernidos; reaproximar pais e filhos desavindos; aliviar quadros de egoísmo, indiferença, ingratidão, amargura, desrespeito ou ressentimento; evitar possíveis arrependimentos futuros;
Efeitos secundários: viagem no tempo e recuperação de memórias; comoção; lágrimas; saudades; acréscimo de capacidade solidária, compassiva e altruísta; disponibilidade para cuidar, acarinhar e aconchegar;
Posologia: ler como entender, as vezes que quiser.