Anaïs Nin (1903-1977) foi uma mulher apaixonada e misteriosa, mundialmente famosa por aventuras sexuais extravagantes, entre as quais se contam os seus romances simultâneos com Henry e June Miller e os seus casamentos bígamos. Em meados da década de 1920, desejosa de quebrar os ditames da América vitoriana, quer como artista quer como mulher, Nin viajou para Paris, onde se integrou nos lendários círculos artísticos e literários da Rive Gauche.
Indicado para: entender as possíveis consequências dos abusos na infância, dos traumas emocionais, dos danos psicológicos, da dor e da raiva; refletir sobre fenómenos como o incesto, a bigamia, a ninfomania ou a promiscuidade; alertar para quadros de mentira e engano;
Efeitos secundários: curiosidade pela obra de Anaïs Nin; aceitação da natureza complexa do ser humano; reflexões sobre a origem do carisma; sentimentos de compaixão e fascínio;
Posologia: leitura de um capítulo ao serão.