A guerra mudou, sim, mas nós, humanos, não. Desde os nossos ancestrais, os caçadores-recoletores, até uma das mais mortíferas armas da era moderna, o nuclear, sempre que os recursos mais preciosos foram alvo de disputa, entrámos em guerra. Pela mão do aclamado historiador Gwynne Dyer, aqui encontramos o início dos conflitos, na pré-história, e vamos até à criação das primeiras cidades do mundo; depois, vemos desfilar as batalhas daquele tempo em que as armas de fogo ainda não tinham sido criadas — para mudarem a guerra para sempre; do século XVIII, em que o conceito de guerra limitada havia de acabar, partimos rumo à guerra total e ao cenário de devastação que veríamos com Hiroxima e o nuclear.
Indicado para: atualizar a cultura geral sobre relações internacionais e geopolítica; aprofundar o conhecimento sobre a natureza humana e as razões que levam à guerra; preparar-se para as consequências da emergência climática, da crise migratória, da escassez de água e de alimentos;
Efeitos secundários: possível pessimismo; ainda assim, reforço da atitude e do comportamento pacifista, comunitário e igualitarista; preferência pela prevenção de conflitos;
Posologia: leitura de um capítulo ao serão.