Imaginemos um velho professor universitário a discorrer sobre a sua disciplina, História Sagrada e Teoria da História, à beira dos vestígios de pegadas de dinossauros e num espaço mutável. A idade pô-lo fora do credível, do bom senso e saber académico de Trento, Vaticano I e quase das civilizações clássicas (greco-romana), judaico- -cristã e muçulmana, dando a ideia de tresloucado e um ajuste de antigas contas, desforra. Quando, transformado num velho cão a voar, morre subitamente, emulado pela ciência moderna. Depois de muito ter disparatado, só deixou algo que dizia valer a pena, a pristina sentença de D. Dinis: Scientiae thesaurus mirabilis qui dum plus dispergitur incrementum maioris suscipit ubertatis mundum… (Ciência tesouro milagroso que, na proporção em que se espalha, recebe incremento de maior fecundidade, ilumina o mundo…) Estávamos em 1290 d.C., mas hoje e em qualquer lugar, a alma mater mantém a validade! Umas interessantes reflexões sobre os diferentes conceitos do tempo e as últimas são muito perturbadoras…