Publicado em 1973 na colecção de poesia da Arcádia e já reeditado sete vezes, vê aqui a oitava edição, celebrando o ressurgimento da colecção que nos apresentou, além de David MourãoFerreira, Nuno Júdice, Fiama Hasse Pais Brandão, Joaquim Manuel Magalhães e tantos outros importantes autores.
Nas palavras do prefaciador, Vasco Graça Moura, "podemos considerar esta obra um grau mais avançado, na senda do erotismo, daquela "arte de amar" que era já o subtítulo de Infinito pessoal e ao mesmo tempo um acentuar vivencial daquele sentimento da efemeridade de tudo que já marcava profundamente a melancolia elegante das fascinações que se exprimiam no cosmopolitismo visionário de Do tempo ao coração."