A adopção de uma linha contínua de trincheiras e obstáculos foi o reconhecimento - embora tardio - da superioridade do fogo sobre o movimento.
Tratou-se, na verdade, de separar o terreno ocupado pelas duas partes por uma autêntica fronteira da guerra. Era como se, na realidade, cada um dos contendores fosse, simultaneamente, sitiador e sitiado.
O resultado natural desta situação não podia ser outro que não fosse um prolongado e desgastante equilíbrio.
Com o decorrer do conflito, a construção e a conservação dos sistemas de trincheiras foram sendo melhoradas, mas as condições de vida nas trincheiras eram particularmente penosas.