Violência e amor: duas palavras que nunca andam juntas. De facto, uma elimina a outra.
A pergunta: «Como acabar com a violência?», deveria ser substituída por outra: «Com
que substituir a violência?» Logo, valorizar e não impedir; ter esperança e não desesperar;
exprimir o mesmo conceito em termos de abertura e não de isolamento, optimismo
e não pessimismo; escutar mais que falar... e os resultados não se farão esperar.