«Teresa Veludo retorna, de quando em vez, à premissa da universalidade, à travessia de novos ventos, ao torrente pendor social e suas clivagens, não esquecendo o florido Maio ou a matriz descodificadora dos "poemas malditos de Bukowski". A Poetisa já deixou de querer encontrar razões para resgatar a banalidade, conferindo ao sujeito lírico a espinha dorsal, a esfera séria que se espraia na cosmogonia poética, materializando a linha temporal de feição com quem a lê.»
Mariete Lisboa Guerra