Os crioulos de base lexical portuguesa, sendo, porventura, os mais antigos, são também os menos estudados. Este colóquio teve o mérito não só de os trazer à reflexão, como ainda o fez alargando o seu âmbito para além dos mais divulgados (o cabo-verdeano, o gui-neense ou o são-tomense), contemplando outros falares menos conhecidos, tais como o Fa d’Ambu, o indo-português ou o crioulo de Macau.