Quem gere pessoas, assumindo como um dos seus grandes objetivos, a criação de experiências positivas aos trabalhadores, precisa de compreender que esta gestão não é igual no regime presencial e no regime remoto. Mudam os processos, são necessárias competências adicionais específicas decorrentes do contexto, sejam competências na ótica do trabalhador mas particularmente no âmbito das funções de liderança, muda a organização e a forma de realizar o próprio trabalho.
Neste livro, o ponto de partida é refletir sobre a adoção/transição/gestão do trabalho remoto no âmbito da estratégia de pessoas. Toda a abordagem contida nesta obra se centra no ciclo de vida do trabalhador, sugerindo orientações sobre melhor rentabilizar esforços e investimentos, sempre com vista à criação de experiências significativas e satisfatórias para o trabalhador, assegurando que a performance organizacional não sai ‘beliscada’.