«Parábola em forma de holocausto, inventariando catástrofes, cinismos, massacres e perversidades, este livro é uma crítica feroz à alienação.
Grande rigor e mestria na construção do verso, deparamo-nos com uma linguagem impiedosa e rude - denunciante - que reclama um leitor sem interditos.
Há lugares que os deuses jamais escolheriam: Mianmar, Sumatra, Tete, Owo, Golã, Ruanda …e, no entanto, "continuaremos a dar lustro aos sonhos/ em decomposição eterna / sob a pele da solidão do mundo".»
(Maria F. Roldão)