Inocência Mata tem promovido e lançado, nas suas viagens literárias, estas expectativas, dúvidas e ironia céptica, ao mesmo
tempo que nos dá a conhecer, numa perspectiva crítica e analítica e
não redutora, e anormalmente disciplinar ou especializada, os
contornos e enquadramento das obras de autores como Francisco
José Tenreiro, Alda Espírito Santo, Marcelo da Veiga, Manuela
Margarido, Aíto Bonfim, Conceição Lima e Sacramento Neto e
outros que, não sendo são-tomenses, escolheram as ilhas como seu
lugar de gestação literária, mantendo, assim, um diálogo com a
cultura e sociedade são-tomenses: Otilina Silva, Pedro Rosa
Mendes, Paulo Ramalho.