Qualquer consideração sobre poesia portuguesa contemporânea há de ter em conta as condições da sua circulação. Uma tal consideração é, desde logo, seletiva: nem que seja pelo carácter narrativo de que se reveste, e que obriga a que se decida o que narrar primeiro. Por isso, implica, antes e além do mais, inviabilizar uma imagem totalizadora. Daí considerar como apontamentos o que aqui ficar escrito.