O Direito à Preguiça

de Paul Lafargue; Tradução: José Alfaro 

Bertrand.pt - O Direito à Preguiça
Opinião dos livreiros
(1)
Editor: Antígona
Edição: novembro de 2016
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Numa era em que a religião do trabalho exige dos seus fiéis crescentes sacrifícios laborais, em troca de um lugar na santa comunidade de cidadãos honestos, ler O Direito à Preguiça (1880) é cometer um salutar pecado capital. No século xix, quando já os santos do capitalismo se alinhavam no firmamento da economia, Paul Lafargue aprimorava na prisão, com muita ironia, este ensaio clássico e iconoclasta.

Debruçando-se sobre a devoção ao trabalho que arrebatara os operários da época, o autor punha em causa a universalidade e a historicidade deste absurdo zelo, numa sociedade em que o indivíduo se abstinha do seu tempo livre em nome da sobreprodução e da acumulação obsessiva. Leitura imprescindível nos tempos que correm, O Direito à Preguiça é um eloquente manifesto contra o vício do trabalho, que corrompe as faculdades humanas, e em defesa da liberdade fundamental de empregarmos o tempo a nosso bel-prazer.

  • Libertador
    Henrique Fialho - Livreiro Bertrand La Vie Caldas da Rainha | 31-05-2019

    Paul Lafargue nasceu em Santiago de Cuba no seio de uma família onde se misturavam judeus com mulatos e índios com franceses republicanos. Inicialmente simpatizante de Proudhon, inclinou-se para as teorias marxistas. De resto, inclinou-se de tal modo que veio a casar com Laura Marx. Suicidaram-se ambos após uma vida de luta dedicada ao activismo político, deixando nas notas finais loas ao comunismo e votos de glória. O ímpeto panfletário de Lafargue ficou nobremente registado no best-seller intitulado "O Direito à Preguiça". À partida, este panfleto datado de 1880 pode passar por uma divagação utopista inspirada no hedonismo clássico. Mas à partida as coisas são sempre muito diferentes do que se constata serem à chegada. Escrito numa época em que os movimentos de protesto contra a exploração da classe operária ganhavam força e começavam a assumir formas de combate bastante violentas, este texto tem como principal alvo «a moral capitalista» entendida como «lastimável paródia da moral cristã». Portanto, trata-se de um panfleto com um propósito muito prático e actual: abrir a pestana dos assalariados, novo género de escravos alimentado pela sociedade capitalista e os seus dogmas do trabalho.

O Direito à Preguiça
ISBN:
9789726082880
Ano de edição:
11-2016
Editor:
Antígona
Idioma:
Português
Dimensões:
133 x 208 x 6 mm
Encadernação:
Capa mole
Páginas:
96
Tipo de Produto:
Livro
Classificação Temática:
EAN:
9789726082880

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