«O Coração do Assunto é, contra tudo aquilo que seria esperável, um romance. Não porque congrace um folhetim, não porque consubstancie uma novela.
E nem sequer porque - num trocadilho que, não sendo voluntário, é um epítome do lapso freudiano - nos remete para os assuntos do coração. O Coração do Assunto é mesmo isso e isso: um romance.»
Paulo Rangel, do Prefácio
«(...) suspensa entre escolhas e punições, mas também entregue a si própria e aos seus reflexos, ou à vontade de desaparecer, para melhor se procurar, como se assim pudesse desse modo contrariar a voracidade das paixões.»
Eduardo Paz Barroso