Ao desejo pessoano de «construir, pelo simples poder do sonho, uma pátria desde sempre perdida», junta-se esta que é até hoje a mais completa edição crítica da Mensagem, esse mito
que «é o nada que é tudo».
Além dos 44 poemas, a edição de Jerónimo Pizarro não esquece a importância do contexto e inclui testemunhos desconhecidos, ligeiras alterações ao cânone textual, imagens e vários elementos que iluminam esta obra - uma aventura sempre em aberto para todos os corajosos leitores-argonautas.
Com posfácio de António Cirurgião.