«Nos últimos decénios, as ciências médicas têm feito consideráveis progressos no
conhecimento da vida humana nas fases iniciais da sua existência. [...] Tais progressos
são certamente positivos e merecem apoio, quando servem para ultrapassar ou corrigir
patologias e ajudam a restabelecer o percurso normal dos processos generativos. São,
porém, negativos e, por isso, não se podem aceitar, quando comportam a supressão de
seres humanos ou usam meios que lesam a dignidade da pessoa ou, então, são adoptados
para finalidades contrárias ao bem integral do homem.»