Nestes anos ditos pós-modernos em que o século e o milénio declinam, e em que assistimos à queda de diversas utopias, a convicção de Hulme de que o homem está fatalmente prisioneiro do Pecado Original, e a maneira como diz devermos enfrentar tal fatalidade, adquirem novas implicações, por certo mais inquietantes ainda do que as do seu tempo. Pode ser, portanto, muito elucidativo voltarmos a Hulme, mas sobretudo temos de desa-fiar a sua convicção e a sua maneira de actuar.