Depois de "Sade" e a voragem do seu imaginário, revisto pelo talento de Griffo e antes do "Pasolini" de Massimo Rotundo, eis o traço claro, o discurso nítido e sem floreados de Ernest Hemingway. Hemingway na hora em que o corpo das mulheres se torna em último refúgio, uma última etapa, antes do esquecimento.