«(…) este Evangelho Bantu, que se centra na africanidade (e numa certa forma de consciência étnica), parece assumir, por outro lado, uma visão telúrica, encarada como uma ponte segura entre a África e toda a humanidade [de acordo com estas premissas: "(…) Venho do Sul, quero conhecer o Norte (…)" ou "(…) Antes de sermos bantu, somos homens (…)».
Luísa Fresta in Posfácio