Vocação exegética é o que não falta a Ana Luísa Vilela, autora, para mais, de uma escrita elegante e fluida, sem sacrifício do rigor conceptual com que nos brinda.
Tudo por junto e mesmo dispensando o que aqui não cabe, aquilo que se deixa no breve prefácio é razão mais do que suficiente para saudarmos estes ensaios como um inestimável contributo à bibliografia crítica queirosiana.