"Se os indivíduos são culpados,
valerá, certamente, a pena convencê-
los da importância de fazer
diferente. Por isto, ouso acreditar
que o autor aderiu ao pensamento
iconoclasta de que as revoltas
virtuosas e as denúncias apaixonadas
que, temporariamente,
arrebatam as gerações mais
jovens, constituem o risco mais
grave de regressão burocrática.
Para fazer diferente, o autor propõe
em cada capítulo da sua obra,
que abrange diversas temáticas
no amplo espetro do sistema
educativo, fazer educação de
uma forma refletida, consciente
e informada. Cada tema é explanado
numa dimensão epistemológica,
ao que se segue, por norma,
uma proposta metodológica para
cumprir o projeto da dialogicidade,
enunciado desde o primeiro
capítulo e indispensável para a
Educação que vem e para o equilíbrio
entre a performatividade e
a esperança."