São textos que dizem a alegria e o sofrimento da relação pedagógica; as missões (im)possíveis dos educadores e dos professores. São reflexões sobre a vida, a beleza, as crianças, a pedagogia. São um modo de fuga ao labirinto pós-moderno em que todos nos vamos perdendo...
É uma obra que nos diz:
Ensinar é um exercício de imortalidade.
De alguma forma continuamos a viver
Naqueles cujos olhos aprenderam a ver
O mundo pela magia da nossa palavra.
O professor, assim, não morre jamais...