Numa abordagem bem humorada, divertida, sensível e libertina, Alina Reyes faz balançar muitas ideias preconcebidas e arroga-se o direito a todos os prazeres habitualmente reservados aos machos: desejo, engate, voyeurismo…
Nestes tempos do politicamente correcto e do pensamento único, da publicidade masturbatória e do consumo desenfreado, esta apologia de uma política do amor assume contornos de reivindicação, de interpelação e igualmente de mistério. E dá novas cores ao amor: branco, vermelho, cor de carne…