Nesta carta pastoral, o Patriarca de Lisboa reflete, em chave pascal, sobre os desafios que se colocam à diocese no período amplo que, findo o Jubileu da Esperança (2025), se abre agora até ao bimilénio da Redenção (2033).
D. Rui começa por explorar a ideia de salvação, para depois, a partir de S. Paulo, expor o caminho quadripartido de santificação a que todo o crente é chamado. na segunda metade do documento, o Patriarca concentra-se então no trabalho de campo que se impõe, mostrando a sua especial preocupação por chegar àqueles que deixaram a Igreja e aos que vivem sedentos de sentido, e estabelecendo cinco linhas de ação concretas, constituídas em torno de experiências de Cristo vivo (a Eucaristia, a Palavra, a Reconciliação, Maria, os pobres).
Por toda a carta perpassa uma confiança enorme no Senhor mas também na comunidade que D. Rui tem a seu cargo e quer reconduzir, com alegria, à sua vocação evangelizadora.