“Poema do amor”, de António Gedeão
No Dia Mundial da Liberdade, um poema sobre o amor: o “amor de ir, e voltar, e tornar a ir, e ninguém ter nada com isso”, “amor de tudo quanto é livre, de tudo quanto mexe e esbraceja,/ que salta, que voa, que vibra e lateja”. Sobre esse amor que rima com liberdade, escreveu António Gedeão, o “príncipe perfeito” a quem Cristina Carvalho dedicou recentemente uma biografia — António Gedeão, Príncipe Perfeito (Relógio d’Água).