O XIº Mandamento toca numa «verdade» obscura e terrível: «Que nada do que é desumano te seja desconhecido.»
É o desumano, enquanto desumano, que devemos considerar, enfrentar a sua hediondez, mesmo ao ponto de nos descobrirmos portadores dela. E, assim, perceber melhor a nossa estranhíssima humanidade.