Aos 43 anos, Luís Pedro Proença, licenciado em direito e advogado, assume-se sobretudo como um apaixonado pela condição humana.
No início dos anos 90, um encontro fortuito com um mestre espiritual indiano num jardim de Genebra proporcionou-lhe um primeiro contacto com as filosofias e religiões orientais, e abriu caminho para uma lenta, mas irreversível revolução na forma de se ver a si próprio, de viver e de olhar o mundo que o rodeia.
Sob a orientação do seu mestre espiritual, entre avanços e recuos, e depois de contactos mais ou menos intensos com diversas religiões e culturas orientais, com principal ênfase no Hinduismo e no Budismo, o autor aprendeu que a essência mais preciosa do nosso Ser consiste na capacidade de escolhermos a realização pessoal em circunstâncias em que os outros optam pela loucura.
Hoje em dia o autor identifica-se sobretudo com as tendências laicizantes do Budismo Zen, visto sobretudo como forma de estar na Vida, assumindo que todo o ser humano encerra em si o potencial para poder passar para um patamar superior do ser.
Alma Zen é a tradução poética desse potencial interior inerente a cada um de nós.(...)