Estamos sozinhos na sala, rodeados de gente num bar ou simplesmente deitados na cama ao lado da pessoa que, com o tempo, convencionámos apelidar de nossa cara-metade, já todos nos questionámos sobre a nossa própria realidade.
Haverá alguém por detrás da cortina, alguma entidade obscura a controlar as máquinas? Quem foi o palerma que engendrou a minha vida? De que loja dos trezentos saíram todas as pessoas que me rodeiam? E eu próprio: se não existisse, tinha de ser inventado?
O que faríamos se, porventura, descobríssemos a verdade?