Tempo

de Ana Sofia Brito 

Bertrand.pt - Tempo
Opinião dos leitores
(1)
Editor: On y va
Edição: janeiro de 2025
Portes
Grátis
10%
12,00€
10,80€
Em stock online

Ana Sofia Brito não é de pensar muito no tempo, algo que vê apenas como a distância entre um acontecimento e a sua memória.

Neste livro, intitulado precisamente Tempo, traz-nos poemas que surgem da observação do mundo que a rodeia. São imagens às quais não consegue virar a cara e seguir caminho, contributos para um álbum da viagem que vem fazendo pela vida. Na parte final, junta algumas letras para canções.

Como num regresso ao tempo de estudante, com tantas bandas de música por perto. Lembra-se bem de que muita gente gostava de tocar e cantar, e de lhe pedirem para escrever as letras. Duas décadas depois, novos pedidos, já de nomes consagrados.

  • SOFIA BRITO BRINDA-NOS COM LIVRO ´´TEMPO´´
    Joaquim Armindo Ex-professor universitário e Doutor em Ecologia e Ambiente | 16-02-2025

    A atriz e malabarista Sofia Brito, poeta e escritora algarvia, brinda-nos com o seu novo livro “Tempo”. Juliana Libardi, em tom de prefácio, escreve neste livro “A mulher da poeta tem de cuidar do jardim. Tanto como a inspirar através da janela do escritório, como para ocupar o espaço do silêncio”, o que em si traduz a beleza das páginas da poeta Ana Sofia Brito, que nos leva a compreender os sorrisos que são os seus textos e poemas. Veja-se como Sofia Brito escreve num dos seus poemas: “Depois do caminho curvou-se. /Tirei as rodinhas à bicicleta / e troquei o algodão doce / pelos versos da minha caneta.”, ou “O sorriso enrugou-se. /A nota gastou-se. /O amor em dado momento, / Acho que morreu cá dentro. / Agora já nem alto eu sonho. / Só memórias da bicicleta, / do algodão doce risonho / e da queda que me afastou da meta.”, a finura destas palavras e frases, como “caminho curvou-se”, “rodinhas à bicicleta”, “algodão doce”, “versos da minha caneta”, “memórias da bicicleta”, “algodão doce risonho” e a “queda” e a inter-relação entre estas palavras e as frases, faz-nos viver a infância da Sofia Brito e das memórias transpostas para a nossa vida. E mais adiante num outro poema a sensibilidade da poeta, da sua costa algarvia: “Fecho os olhos e vejo o mar: / três ondas, / um veleiro hasteado, / uma gaivota de asa partida”, aqui o leitor/a fecha os olhos e consegue apalpar todo o labirinto que circunda a poeta, não porque ela seja um “labirinto”, mas sim porque nos leva num “veleiro” – a vida – onde muitos/ as navegam nas águas turvas do nosso planeta. Mas a força da sua poesia pode ler-se, num outro poema: “Pudesse eu contrariar os ventos / e far-vos-ia páginas rimadas / para que lessem a higiene / do mundo intocado, sem sirene / de acidentes, sem dor nem gritos…/ só céus e amores perfeitos.” Uma força que vem de dentro do seu peito, embalado nas letras das suas canções / paixões. Os leitores /as devem ler o “Tempo” todo para se aperceberem muito melhor da capacidade da Ana Sofia Brito se dar ao seu povo, ou melhor, aos povos do mundo inteiro.

Tempo
ISBN:
9789899206205
Ano de edição:
01-2025
Editor:
On y va
Idioma:
Português
Dimensões:
128 x 201 x 4 mm
Encadernação:
Capa mole
Páginas:
56
Tipo de Produto:
Livro
Classificação Temática:
EAN:
9789899206205

Quem comprou também comprou

A Poesia do Luto
10%
portes grátis
10% Cartão Leitor Bertrand
13,00€
Poesia Impossível
O Nome em Silêncio
10%
portes grátis
10% Cartão Leitor Bertrand
12,72€
Glaciar
X
O QUE É O CHECKOUT EXPRESSO?

O ‘Checkout Expresso’ utiliza os seus dados habituais (morada e/ou forma de envio, meio de pagamento e dados de faturação) para que a sua compra seja muito mais rápida. Assim, não tem de os indicar de cada vez que fizer uma compra. Em qualquer altura, pode atualizar estes dados na sua ‘Área de Cliente’.

Para que lhe sobre mais tempo para as suas leituras.