Sete histórias. Sete mulheres. Sete pedaços de vida. Sete exercícios de procura de sentido para uma vida — conclusa já, no estimulante caso de O meu velório, ou em trânsito, nos demais casos —, segundo um regime de questionamento identitário de diferenciada natureza e amplitude, todavia de similar propósito: o de pensar e dar a ver a condição-de-mulher, no quadro de uma ecologia não isenta de pré-juízos relativamente ao seu lugar-no-mundo.