Púrpura Senil é descrita por Pedro Serra como uma arma, uma cosmogonia invertida, uma teogonia da putrefação. "Como nos ritos dionisíacos antigos, o vinho - aqui também o rum, ambos dissolutos e dissolvendo o Nunc est bibendum, que comparecem na indiferença entre prazer e nojo, sem refinamento - é símbolo de passagem intramundana, veículo da possessão e do desvario".