A Beleza é a infâmia, a mancha imprecisa que abala o coração («Onde mostrávamos a picha», desdenha W.). «A flagelação como uma sintaxe de relevos, da carne crua», confessa S. (O espaço da comicidade de baixo nível: lançar vómitos retóricos para atenuar as virtudezinhas bucólicas que empurram o sentimento.) Tudo isto para dizer: Homem, mulher. Eternamente. Um homem eterno é uma mulher.