Os quatro artistas em questão, Angelo de Sousa, Armando Alves, Jorge Pinheiro e José Rodrigues, têm cada um deles o seu próprio caminho e em vão se procura acordá-los. Mas uma coisa essencialmente os une que é mais do que uma problemática e chega a ser uma ansiedade: o espaço, como lugar ao mesmo tempo experimental e ideal de vivência do artista.