Nos séculos XVI a XVIII, nunhum príncipe da Cristandade parecia dispensar a tutela do tipo de instituições aqui consideradas: quem não tinha Ordens Militares criava Ordens de Cavalaria. A partir deste referente,a autora procura analisar de que forma o centro político e a sociedade portuguesa tenderam a apropriar-se do capital simbólico e económico que representavam as Ordens Militares de Avis, Cristo e Santiago, cujos mestrados a Coroa anexara em 1551.