Estas crónicas não ousam ser literatura. Limitam-se a ser um conjunto despretensioso e heterogéneo de relatos de peregrinações pelo mundo e de reflexões mais ou menos íntimas.
Um itinerário realizado de forma aleatória e instintiva sobre paisagens urbanas, pessoas anónimas, pequenos prazeres, emoções fortes e pensamentos íntimos, tendo em vista o propósito deliberado do autor: contar o que viveu aos que não estiveram lá para ver.