No seu primeiro livro de poesia, Rui Guedes mergulha num lirismo sensível e imagético, onde os elementos da natureza dialogam com memórias afetivas e o passar do tempo. Com uma linguagem delicada e visceral, o autor constrói pontes entre o íntimo e o universal, revelando a poesia escondida nos gestos quotidianos e nos ciclos da vida, atribuindo-lhe uma carga emocional latente, intensa e nostálgica.
Tomás Guedes estreia-se como ilustrador. Utilizando lápis, os seus desenhos delicados e expressivos dialogam com os versos, ampliando o universo sensível da obra com traços distintivos e poéticos.