Giuliana Sgrena, uma jornalista italiana, correspondente para o jornal comunista italiano
Il Manifesto e para o semanário alemão, Die Zeit tem, ao longo dos últimos anos, procurado
seguir assiduamente a escalada de violência em zonas conflituosas, particularmente no
Iraque, Somália, Paletina e Afeganistão, bem como na Algéria. Raptada durante
precisamente um mês no Iraque, foi libertada pelos seus sequestradores, mas ferida por
militares norte-americanos no percurso para o aeroporto de Bagdad. No incidente morreu
o chefe dos serviços secretos italianos no Iraque e outro operacional ficou ferido em
estado grave. O evento causou alguma tensão internacional.(...)