Rebeliões populares, juventude indignada, ditadores derrubados, presidentes que saem dos seus gonzos de oligarcas, esperança e liberdades reprimidas em prisões, processos de carnaval e banhos de sangue.
A revolta, chamada riot na Web, estaria ela a acordar a humanidade numérica do seu sonho hiper-conectado?
Ou uma simples artimanha do espetáculo que exige mais para durar?
Mas de que revolta estamos a falar?
Será ainda possível a revolta, neste tempo de miséria generalizada, de dívida endémica, de austeridade e desemprego, quando as guerras fixadas localmente ameaçam generalizar-se e o desgelo está prestes a inundar-nos?