Bertrand.pt - O Culto do Chá

O Culto do Chá

de Wenceslau de Moraes 

Editor: Vega
Edição ou reimpressão: abril de 1996
16,92€
Esgotado ou não disponível.

O CULTO DO CHÁ é, no conjunto da obra de Wenceslau de Moraes, oficial diplomata e escritor (1858-1929), um caso de singular fascínio pelo Oriente e pelo encanto da sobrevivência de um ritual de solene requinte. Moraes foi cônsul no Japão e publicou O CULTO DO CHÁ em 1905. Esta edição mantém a disposição das gravuras intercaladas no texto, seguindo a 2ª edição do livro, publicada em 1933 pela Casa Ventura Abrantes.

Excertos
« Segundo a tradição da gente japonesa, Darumá, o grande apóstolo indiano do Budismo, veio à China aí pelo começo do século VI da nossa era cristã, e em terras chinesas pregou em honra da verdade, iluminando o espírito dos povos. « Consta que, por voluntária desistência das efémeras alegrias terreais, Darumá votou-se a passar a vida de joelhos sobre o solo pedregoso, absorto em contemplações místicas, sem mesmo permitir-se o simples regalo de dormir. (...) « Consta mais que, em certa noite, as pálpebras se lhe cerraram de fadiga, e o bom Darumá deixou-se adormecer, para só acordar pela manhã. Então, pedindo a alguém uma tesoura ou instrumento parecido, cortou a si próprio as pálpebras indignas e arremessou-as ao solo, num gesto de despeito... As pálpebras, por milagre, enraizaram, dando nascença a um gracioso arbusto nunca visto, que medrou mui de pronto e cujas folhas, tratadas de infusão pela água quente, foram um remédio precioso contra o sono e contra o cansaço das vigílias. Estava conhecido o chá; tem pois na China a sua origem, e é coisa santa, como se acaba de provar.» O CULTO DO CHÁ, Wenceslau de Moraes, Relógio d'Água, pp. 11, 12.

« Segundo a tradição da gente japonesa, Darumá, o grande apóstolo indiano do Budismo, veio à China aí pelo começo do século VI da nossa era cristã, e em terras chinesas pregou em honra da verdade, iluminando o espírito dos povos. « Consta que, por voluntária desistência das efémeras alegrias terreais, Darumá votou-se a passar a vida de joelhos sobre o solo pedregoso, absorto em contemplações místicas, sem mesmo permitir-se o simples regalo de dormir. (...) « Consta mais que, em certa noite, as pálpebras se lhe cerraram de fadiga, e o bom Darumá deixou-se adormecer, para só acordar pela manhã. Então, pedindo a alguém uma tesoura ou instrumento parecido, cortou a si próprio as pálpebras indignas e arremessou-as ao solo, num gesto de despeito... As pálpebras, por milagre, enraizaram, dando nascença a um gracioso arbusto nunca visto, que medrou mui de pronto e cujas folhas, tratadas de infusão pela água quente, foram um remédio precioso contra o sono e contra o cansaço das vigílias. Estava conhecido o chá; tem pois na China a sua origem, e é coisa santa, como se acaba de provar.» O CULTO DO CHÁ, Wenceslau de Moraes, Relógio d'Água, pp. 11, 12.

O Culto do Chá
ISBN: 9789726994008 Ano de edição ou reimpressão: Editor: Vega Idioma: Português Dimensões: 150 x 230 x 20 mm Encadernação: Capa dura Páginas: 54 Tipo de Produto: Livro Coleção: Mnesis Classificação Temática: Livros  >  Livros em Português  >  Ciências Sociais e Humanas  >  Antropologia

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