Pouco se sabe, hoje, sobre os cabidos catedralícios do Portugal Moderno. Como funcionavam? Para que serviam? Quem eram os clérigos que os compunham? Que rendimentos lhes proporcionavam? Como se processava o seu recrutamento? Que carreiras potenciavam? A partir do exemplo da Sé de Coimbra, este livro procura responder a estas e outras questões. Uma aproximação institucional impõe-se, mas tendo sempre em vista um estudo de história social que permita conhecer, para o século XVII, o clero das catedrais.