Esta obra estuda os cabidos portugueses, no período seguinte ao concílio de Trento, situando-os no contexto dos jogos e lutas de poder de uma sociedade marcada por uma grande variedade de privilégios e diferentes jurisdições. Os cabidos, sendo instituições eclesiásticas locais, eram também "cabeças do clero" nas lutas em que enfrentavam os avanços quer do poder episcopal, quer da própria Coroa.