A poética da navegação está atenta aos escolhos causadores de naufrágios. Na alegoria bolinamos entre situações: tempestades, guerras, opressões emocionais, mudanças, lutas ambientais... Somos mais que desafogados sociais a assobiar para o lado; pelo contrário, pretendemos elaborar as difíceis vivências do tempo, evitando que a indiferença corroa a alma.