Neste seu segundo romance, Isabel Afonso propõe-nos uma abordagem
ao cansaço do artificialismo que domina hoje na maioria das relações.
Quem somos quando não somos apenas nós? O que nos resta do corpo
quando dele espalhamos pedaços? Como acontece perder-se o gosto pela
verdade a ponto de não perceber que ele se perdeu?
Um texto surpreendente que recomendamos vivamente!